Reflectir sobre o aborto

Reflectir sobre o aborto

Os actuais conhecimentos científicos convidam-nos a corrigir determinadas expressões da linguagem coloquial que se mostram inexactas.

Não é correcto, por exemplo, dizer que a criança "procede" do feto, do embrião ou do zigoto. Como também não é correcto dizer que a pessoa humana "procede" da criança, do adolescente ou do adulto.

Em rigor, um zigoto é tão ser humano como um velho, porque é ele mesmo ao longo das suas diversas fases de crescimento: fase embrionária, fetal, infantil, púbere, juvenil, adulta e idosa.

A sua condição de pessoa está presente onde existe a sua condição de ser humano.
O zigoto não é uma célula do pai nem uma célula da mãe. Possuí uma mensagem genética própria e irrepetível.